sábado, 19 de março de 2011

Promoção não se aplica a todos os cursos (leia as letrinhas)

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Leia o comentário de um aluno nesse Blog



Curso a distância está na mira do MEC

Já imaginou pagar várias mensalidades para um curso de graduação a distância e depois descobrir que o curso está irregular no Ministério da Educação (MEC) e será desativado? Esta foi a notícia que receberam 60 mil alunos de todo o País que faziam parte dos 1.337 pólos de educação a distância desativados na última semana pelo MEC nas quatro maiores instituições de ensino a distância do País: a Universidade do Oeste do Paraná, a Universidade Estadual do Tocantins, o Centro Universitário Leonardo da Vinci, de Santa Catarina, e a Faculdade Educacional da Lapa, do Paraná.

Na Bahia, apenas uma unidade está sendo avaliada, a Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), mas há alunos que vivem na Bahia e podem estar entre os clientes dos cursos já fiscalizados.


Não há dados sobre o número de estudantes por Estado.

A FTC é a quinta maior instituição a oferecer cursos do gênero no País, com 50 mil alunos. O secretário de Educação a Distância do ministério, Carlos Eduardo Bielschowsky, adiantou que a FTC será convocada para esclarecimentos, mas não quis divulgar quais os problemas que ela apresentou. Após a reunião com a entidade, em data não informada pelo secretário, será divulgado o relatório.

Segundo o secretário do MEC, em nenhum caso os estudantes serão prejudicados. "Eles vão ter seus cursos levados até o final, ou serão transferidos para um pólo de ensino mais próximo". O secretário do MEC atribui os problemas encontrados nas instituições ao forte crescimento do setor nos últimos anos. As principais irregularidades foram a ausência de coordenadores, falta de laboratórios de informática e bibliotecas nos pontos de atendimento presencial.

DIREITOS - Para a superintendente do Procon-BA, Cristiana Santos, estes alunos têm direito de processar as instituições com base no Código do Consumidor.

"As faculdades fazem publicidade enganosa ao oferecer um curso que não está regulamentado pelo MEC. E os alunos podem pedir o ressarcimento por danos materiais e morais ao terem o curso desativado".

Ela orienta que os alunos se informem antes da matrícula e façam uma consulta prévia no site do MEC. Segundo Cristiana, as instituições deixam de oferecer a infra-estrutura adequada nos pólos de atendimento presencial para reduzir custos. "Caso o aluno perceba o problema, ele deve denunciar ao MEC e ao Procon", or ienta.

A conselheira da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), Rita Lino, também acredita que os problemas são relativos ao crescimento do setor.

"O MEC está orientando para que tudo seja bem-feito. Não vejo como uma punição, mas como um aprimoramento da área".
A mesma visão tem Mayne dos Santos, estudante do curso de pedagogia a distância da FTC.

Ela acha positiva a fiscalização do ministério, mas se preocupa com a falta de uma boa biblioteca no pólo de ensino. "No início, não tinha biblioteca. Agora, já temos alguns livros, mas ainda precisa melhorar", pondera. Antes de se matricular, conta, tinha certo preconceito com o curso, por achar que não iria ser como os presenciais. "Depois, percebi que é o curso do futuro".

O vice-presidente da FTC, Reinaldo Borba, diz que foi disponibilizada uma série de informações para o MEC, mas que a instituição aguarda o resultado do relatório.

Sobre a biblioteca, todos os pólos têm a previsão de um número mínimo de livros.

REGRAS PARA O ENSINO A DISTÂNCIA

1 Infra-estrutura - Os cursos oferecidos devem disponibilizar biblioteca atualizada, laboratórios equipados e acesso à internet na proporção de três alunos por computador, como é exigido pelo MEC

2 Comparecimento - Os alunos comparecem ao centro uma vez por semana e o restante do curso é ministrado por meio de computadores e televisão.

3 Duração - Os cursos deverão ser projetados com a mesma duração definida para os respectivos cursos na modalidade presencial.

4 Avaliação - Os resultados dos exames presenciais deverão prevalecer sobre os demais resultados obtidos nas avaliações a distância.

5 Pólo de ensino - As atividades presenciais obrigatórias, como a avaliação, estágios, defesa de trabalhos e seminários devem ser realizadas na sede da instituição ou nos pólos de ensino

6 Biblioteca - Além de contratar coordenadores de pólo, as instituições devem oferecer atendimento com tutores e implantar uma biblioteca

Fonte: A Tarde-BA
Publicado em 03/12/2008

A FTC não gosta de quem deve a ela

Veja o texto no blog de origem 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Problemas no setor financeiro da FTC deixa alunos indignados

Por Rogério Ferreira
Estudante do Curso de Jornalismo da FTC - Jequié-BA
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Alguns alunos enfrentaram dificuldades para resolver problemas no setor financeiro, isso é algo que para o ensino atrapalha até o aprendizado, pois quem tem algo que tire sua atenção, não se concentra bem na aula.
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As alunas, Tamiles Rocha e Tereza Wilma, relataram que enfrentaram situações, até certo ponto constrangedoras segundo Tamiles, estudante do 6º semestre de Comunicação Social, um cheque seu foi devolvido e ela não foi comunicada da devolução, porém só veio ter conhecimento, após a retirada de um extrato, que mostrou a devolução, ela diz que procurou a instituição para resolver e teve que pagar o cheque e a multa, então com mais de trinta dias depois foi que ela pode ter acesso a sua folha de cheque, porém a instituição lhe deu um comprovante por escrito, para que ela pudesse resolver sua situação junto ao banco.
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A colega Tereza Wilma estudante de Jornalismo do 6º semestre, também diz ter passado pela mesma situação que sua colega Tamiles, a indignação de Tereza foi maior por só saber quando o sua conta havia sido bloqueada, então quando procurou saber, viu que se tratava do seu cheque, ela diz que só pode resgatá-lo depois de 15 a 20 dias. Segundo ela a falta de comunicação é o que a deixou indignada, pois se trata de vida financeira.O setor responsável foi procurado para se pronunciar a respeito do acontecido, porém não consegui o acesso para tal esclarecimento.
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Essa falta de comunicação, é que tem que ser melhorada, para que cheguemos a um crescimento.
 
 
Olhe o comentário que está relacionado a esse post 
 

Anônimo disse...
eu não recomendo a ftc para ninguém,to vendo a hora dessa m... ser fechada e todos o meu investimento ir por água baixo. as melhorias se tornaram uma enchaqueca terrivel, setratanto do ava ningém conseque entrar, passo meses tentanto e não consigo, envio e-mails não obtenho respostas, a coordenação não sabe nada e nós ficamos a ver reprovações que não temos culpa nenhuma. ftc e mer... é a mesma coisa, pena que eu esteja nessa fossa séptica. não lembro de já ter me aborrecido tanto. mas e daí a ftc não tem nada have com isso os alunos que se f....

domingo, 13 de março de 2011

Docentes da FTC/EAD entram com ação no TRT

25 de Fevereiro de 2011


Diversos professores de Educação à Distância da FTC foram demitidos sem maiores explicações e, o pior, sem que seus direitos trabalhistas fossem respeitados. Em novembro, a FTC/EAD recebeu uma medida cautelar para suspender “quaisquer processos seletivos ou de transferência de ingresso de novos estudantes”, por conta do não cumprimento de um termo de saneamento de deficiências com o Ministério da Educação que não foi cumprido. Isso resultou, em dezembro, na demissão de docentes que sequer tinham recebido os salários de outubro e novembro. Os profissionais entraram com uma ação coletiva no Tribunal Regional do Trabalho, cuja audiência está marcada para o dia 15 de março. Alguns professores relataram ao Jornal da Metrópole a relutância da FTC em se reportar aos demitidos. Além das reclamações relacionadas à demissão e ao não respeito aos direitos trabalhistas, os professores reclamaram à publicação sobre atrasos recorrentes no pagamento dos salários.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Repúdio ao Desrespeito às Leis Trabalhistas Pela FTC


Desde dezembro último, quando fomos demitidos sem justa causa e alijados de qualquer direito trabalhista, iniciamos uma árdua luta contra aquilo que denominamos “tradição maldita” da rede de Faculdade de Tecnologia e Ciências-FTC. Tradição essa que se concretiza no desrespeito explicito às leis trabalhistas bem como o descumprimento das decisões judiciais.
 
A instituição trata com descaso e escárnio os profissionais que outrora lhe prestaram serviços sempre cumprindo todas as suas exigências. Desde dezembro buscamos o dialogo para ter garantidos os nossos direitos. No entanto o que encontramos como resposta de um dos diretores foi: “busquem seus direitos na Justiça”.

Daí o nosso movimento “Demitidos FTC” se fortaleceu: elaboramos uma carta aberta para denunciar à sociedade baiana ao que estávamos sendo submetidos; junto ao Sindicato dos Professores-SINPRO, entramos com uma causa coletiva contra a FTC; articulamos-nos com outros segmentos que também foram prejudicados; utilizamos as redes sociais para levar nosso brado de indignação o mais longe possível; fomos entrevistados por programa de TV e fomos tema de matéria em um jornal de respeitável circulação.

Com esse movimento conseguimos receber os salários atrasados de outubro e novembro.Entretanto só em fevereiro foram cerca de 10 audiências na Justiça do Trabalho nas quais os reclamantes ouviram dos representantes da instituição: “sem acordo”. Esse bordão nada mais significa do que “não pago”. A Justiça do Trabalho obrigou a FTC a depositar o FGTS bem como a multa de 40%, até agora somente três professoras tiveram esse direito parcialmente garantido. Ainda assim, a maioria dos demitidos de dezembro e de momentos anteriores está na expectativa do cumprimento dos direitos básicos a qualquer trabalhador desse país.

Diante desta sequência de ações do grupo “Demitidos FTC” e o descumprimento persistente por parte da referida instituição às decisões jurídicas, algumas indagações pululam sobre as nossas cabeças, a esta altura acompanhados da indignação de boa parte da sociedade minimamente informada da cidade: O que assegura à FTC que ela pode agir tão abertamente desta maneira desrespeitosa e indecente, numa área de atuação que, mesmo atendendo às normas nem sempre justas de mercado, exige o mínimo de postura ética e respeito às pessoas, qual seja a área de educação e capacitação profissional? O que revela esta “tradição maldita” da FTC? Resquícios de nosso passado, reativando antigos vícios na relação empregador/trabalhador e rasgando as linhas históricas das conquistas trabalhistas? Qual o respaldo desta empáfia que acompanha estes empresários da educação? Será alguma certeza que não sabemos ou preferimos fingir que não sabemos? 
 
Relação de trabalho não é jogo de forças. É trato entre partes, mediado pela legislação. E, findada a relação, esta não deve resultar em disputa, contenda ou conflito. Não se discute aqui quem é o mocinho ou o bandido nesta história. Mas, se é para usar a nem sempre correta linguagem empresarial, que brademos, então: LEVOU, PAGOU! Afinal, nosso produto/trabalho foi vendido. Que nos paguem. Se não sabem respeitar seres humanos, respeitem a Justiça. E que ela nos seja JUSTA.
Demitidos FTC

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Jornal da Metrópole 25/02/2011

Estamos na edição de hoje do Jornal da Metrópole:  mais uma vitória!
Na verdade, esse é um divisor de águas da imprensa baiana, aqui percebemos quem está comprometido com a notícia e quem está comprometido com um patrocinador, mesmo que este não tenha escrúpulos e não cumpra as leis previstas em nossa Constituição.
Acreditamos que a nossa causa interessa a muitos na Bahia, não só pelos trabalhadores em educação demitidos e dessassistidos pela FTC, mas pela qualidade dos que se formam por essa instituição. Com o indíce de rotatividade de funcionários que por ela passam, já que a maioria está lá ou começando uma carreira ou "passando uma chuva", a FTC não cria um corpo docente capaz de responder pela qualidade que se espera de uma instituição de ensino superior.Como resultado teremos profissionais mal-preparados para assumir suas funções no mercado.
Mas, parece que este apelo não tem sensibilizado outros meios de comunicação que não querem contrariar um anunciante que tem que propagandiar constantemente uma qualidade que muitos duvidam.

Leia a reportagem no site, click no link:

Reunião de conciliação com a FTC no MTE

Você acredita em milagres? Eu não.
A FTC não vai se redimir e ficar boazinha de uma hora para outra, quem tem a ficha corrida que ela tem, não se recupera nunca, já acostumou-se a ser assim.
Ontem na reunião convocada pelo MTE a FTC mandou um advogado desinformado e sem poderes para conciliar coisa alguma. Ele falou pouco, disse desconhecer a situação dos professores e funcionários demitidos e teve a  cara-de-pau de pedir-nos para fazer um levantamento dos demitidos pela FTC-EAD. Tivemos que lembrá-lo que quem demitiu foi a FTC. A reunião só não foi um fracasso porque cumprimos nossa missão de não deixar a FTC em paz enquanto não recebermos o que é nosso por direito.

Perda de tempo apenas para a Justiça do Trabalho que tem que conviver com esse tipo de manobra de empresas como a FTC que se esquiva de cumprir com suas obrigações.

Seguem as fotos desse evento:











sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jaleco Branco


http://www.samuelcelestino.com.br/noticias/noticia/2007/11/23/10073,jaleco-branco-dono-da-ftc-nao-foi-encontrado-pela-pf.html
 
JALECO BRANCO: DONO DA FTC NÃO FOI ENCONTRADO PELA PF

08:00:52
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A Polícia Federal esteve ontem no apartamento de Gervásio Oliveira, dono da faculdade FTC, para cumprir mais um mandado de prisão, busca e apreensão. No entanto, os agentes da PF não o encontraram em seu apartamento, que fica no Corredor da Vitória. A PF fez uma busca no local e recolheu documentos, uma agenda eletrônica e cartões de memória de telefone celular. César Farias, advogado de Oliveira, disse que o que foi recolhido pela PF não compromete  em nada o seu cliente. Farias encaminhou no final da tarde de ontem uma petição à ministra Eliana Calmon, pedindo a revogação da prisão temporária de Gervásio Oliveira.
(Victor Albuquerque)

Pega, pega, pega.....


Polícia Federal realiza operação em Salvador (22/11/2007) 

Policiais federais prenderam 16 pessoas na "Operação Jaleco Branco", na manhã desta quinta-feira, 22, em Salvador. Os envolvidos são suspeitos de participar de uma organização criminosa especializada em fraudar contratos e licitações públicas de secretarias e outros órgãos públicos. A ação teve início às 6h e mobilizou 200 policiais. Foram expedidos 40 mandados de busca e apreensão e 18 de prisão.


Antonio Honorato, presidente do TCE, na sede da PF
Segundo a Superintendência de Inteligência da Polícia Federal, há indícios de mais de 100 envolvidos. Os acusados combinavam resultados de licitações e também cooptavam servidores públicos para que estes preparassem titulações que levassem o estado, o município ou a Ufba a contratações emergenciais.
Entre os detidos estão, Antônio Honorato, ex-presidente da Assembléia Legislativa e atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE); Marcelo Guimarães, ex-presidente do Esporte Clube Bahia e ex-deputado estadual (PL-BA); Ana Guiomar, procuradora geral da Universidade Federal da Bahia (Ufba); Hélcio de Andrade Júnior, ex-diretor administrativo da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab); Wedner Costa, ex-chefe de gabinete de Hélcio de Andrade Júnior; Francisco Borges, ex-procurador do Estado; Jairo Costa, conhecido como Barão, proprietário de restaurantes e empresas de segurança; Clemilton Andrade, proprietário de empresa de segurança e limpeza; Eujácio Andrade, empresário; e Afrânio Matos, apontado como laranja de Marcelo Guimarães, proprietário do Postdata. Não foram encontrados Gervásio Oliveira, fundador da Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia S/C LTDA (Somesb/FTC) e José Tarcísio, diretor da empresa GE.
Também estão envolvidos servidores do INSS e da Receita Federal, além de funcionários da Secretaria do Estado e da Prefeitura, que participavam, principalmente, na emissão indevida de certidões negativas. Todos os detidos foram encaminhados para a sede da PF, no bairro de Água de Meninos, onde prestam depoimento. Eles serão levados ainda nesta quinta para a Superintendência do órgão em Brasília. Os mandados foram expedidos pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon.
Segundo a PF, o esquema era composto por empresários do ramo de prestação de serviços, principalmente de conservação, limpeza e segurança, e atuava na Bahia em licitações federais, estaduais e municipais. Os crimes praticados contavam com a participação de servidores públicos de diversos órgãos.
As investigações, que começaram em 2005, apontam superfaturamento de preço, formação de cartel e utilização de empresa de fachada. O esquema se beneficiava também de contratos emergenciais repletos de vícios. Ainda de acordo com o órgão, a maioria dos líderes tem amizade há quase 20 anos e há mais de 10 atuam no serviço público municipal e estadual. O prejuízo causado aos cofres públicos é de aproximadamente R$ 625 milhões.
*Com informações do repórter Adilson Fonseca, Flávio Oliveira e Deodato Alcântara do A Tarde

Estudantes protestam contra aumento de mensalidades (09/11/2005)



Por Carmen Azevêdo
Indignação. Este foi o sentimento que marcou as manifestações que aconteceram ontem em todo o país, inclusive em Salvador. Aqui, estudantes e funcionários de faculdades e universidades expressaram o descontentamento pelo aumento das mensalidades e pela falta de atenção a alunos, funcionários e professores. As manifestações fizeram parte do Dia Nacional de Luta pela Redução das Mensalidades, promovido pela União Nacional dos Estudantes (UNE).
Na Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), um aglomerado de estudantes, professores e funcionários, junto a um carro de som, portavam faixas e se mobilizavam em frente à entrada principal da instituição. Enquanto isso, uma patrulha da Polícia Militar encontrava-se em um ponto estratégico da Avenida Paralela, em frente à faculdade, acompanhando o movimento.
Segundo o presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da instituição, André Fraga, as mensalidades dos cursos foram reajustadas sem aviso prévio. O valor varia a depender do curso: a mensalidade anterior ficava entre R$670 e R$2.500; com o reajuste, o valor passa a variar entre R$700 e R$2.800. Eles antecipam o reajuste desde já, se o aluno pagar antes de começar o semestre, tem um desconto de até 18%. O que nós estamos pretendendo é pagar o valor em juízo - pagamento feito ao Ministério Público - e ele mesmo resolve se devolve o dinheiro ou se vai repassar para a mantenedora, a Sociedade Mantenedora da Educação da Bahia (Somesb), que mantém as unidades da FTC de Feira de Santana, Itabuna e Salvador, informou.
Até agora dois requerimentos feitos pelos estudantes foram entregues à administração na semana passada. O que nós queremos é uma planilha de custos para justificar o reajuste e implementar uma comissão para negociar a mensalidade; mas até agora não tivemos nenhuma resposta, afirmou o presidente do DCE.
O aluno do curso de jornalismo, George Wandega, relatou que muitos estudantes que pagaram as mensalidades com os valores reajustados procuram as coordenações, mas não recebem nenhum retorno. A faculdade faz propaganda em horário nobre e nós temos que arcar com isso. Não sei se vão devolver o dinheiro, mas pelo menos podem reduzir as mensalidades, disse.
Funcionários - Mas não só os estudantes manifestaram sua insatisfação. Antigos e atuais funcionários da faculdade também estavam presentes. Segundo o coordenador do Sindicato dos Auxiliares em Administração Escolar do Ensino Superior das Instituições Privadas do Estado da Bahia (Sinaães), Cláudio Eduardo dos Santos, há desvios de funções, descumprimento da leis trabalhistas e dois funcionários foram demitidos no dia 3 de outubro por fazerem parte do sindicato da categoria: Janilson Lopes da Silva e Sérgio Luis de Souza. Além disso, 25 companheiros foram ameaçados de demissão devido ao desaparecimento de um equipamento multimídia, frisou com indignação.
Ele contou que se tratava da segunda mobilização da categoria que envolvia ainda outros motivos para ser feita: corte do plano de saúde dos funcionários, atraso de salários e tíquetes-refeição (os últimos não são pagos desde dezembro), o pagamento do vale-transporte em doses homeopáticas. Hoje eles dão o transporte para gente vir amanhã e muitas vezes ameaçam o funcionário de demissão se faltar, acrescentou.
Sindicato quer ampliar filiados O diretor de imprensa do Sindicato dos Auxiliares em Administração Escolar do Ensino Superior das Instituições Privadas do Estado da Bahia, Luis Antônio Vieira, faz um apelo aos funcionários de outras instituições de ensino superior particulares para que se filiem. A FTC não é a única instituição com essas denúncias, já recebemos outras também. ? importante que a categoria se una para uma maior conscientização e exigência de direitos, declarou.
O presidente da Associação de Professores da Faculdade, Davi Santana, disse que a agenda de reuniões entre os professores e a Somesb está sendo negligenciada pela mantenedora. Seriam oito a nove reuniões, mas até agora só foram realizadas duas no final de setembro. As outras foram suspensas pela dificuldade na agenda de Samuel Soares, o gerente executivo da Somesb, afirmou.
Ainda segundo ele, a pauta dos professores tinha como principais reivindicações a regularização do FGTS, a estabilidade para diretores da associação, reajuste salarial (cujo teto está em processo de discussão) e a recuperação das perdas salariais com base na inflação do período.
A assessoria de imprensa da FTC informou que uma reunião envolvendo a superintendência da mantenedora e os estudantes estava prevista para acontecer ontem à tarde, por volta das 15h, mas foi desmarcada pelos estudantes. Declarou também que a Somesb solicitou aos alunos, no dia 21 de outubro, algumas alterações nos requerimentos entregues, mas não teve retorno. Além disso, informou que o pagamento do FGTS e do salário está em dia e que não houve demissão de funcionários por motivo de participação sindical.
PROJETO Os protestos aconteceram em várias capitais brasileiras e a programação incluiu a ocupação do Congresso Nacional por estudantes no final da manhã. O objetivo era entregar um novo projeto de Lei das Mensalidades. A proposta inclui a negociação de reajuste da mensalidade com base em planilhas de custo; uma comissão formada por pais, alunos, funcionários e representantes das instituições; a fixação do prazo de três meses para o anúncio do aumento das mensalidades, ao invés dos 40 dias exigidos atualmente; a garantia da qualidade do ensino, com um mínimo exigido de professores, mestres e doutores; investimentos em ciência e tecnologia; e o estudo da demanda de cursos necessários em cada uma das regiões. Parte das reivindicações faz parte deste projeto e outra, da proposta de Reforma Universitária.

O descaso da FTC em Feira de Santana (2006)


O descaso da FTC em Feira de Santana -


Os professores da FTC-SOMESB em Feira de Santana, desde 2005, estão vivendo um "inferno astral" profissional, por conta das irregularidades trabalhistas cometidas por esta instituição de ensino superior privado.
Além dos débitos de FGTS, INSS e passivo trabalhista, que atingem todas as unidades de ensino na Bahia, os docentes enfrentam os atrasos nos pagamentos dos salários.
Em Feira, os salários só são pagos mediante pressão dos professores, e ação intensa do SINPRO. Nos últimos 6 meses vivemos uma situação profundamente constrangedora, pois os salários só são pagos após vários dias de greve ou após a publicação de edital de convocação de assembléia com indicativo de greve. 
A imprensa local e estadual tem dado cobertura sobre a crise na FTC, o que tem tensionado favoravelmente para que a FTC-SOMESB retome negociações com o SINPRO.
A FTC não cumpre os acordos internos com os docentes nem tão pouco aqueles firmados na DRT, através de termo de ajuste de conduta. 
Para pagar o 13º salário de 2005 precisou de muita mobilização interna, e o salário de dezembro só foi pago em 20 de janeiro. Aproveitando-se do recesso-férias entre janeiro e fevereiro de 2006, quando temos dificuldades para mobilizar os professores, a FTC disso se aproveitou e não pagou os salários e/ou férias de janeiro de fevereiro.
Convocamos assemblém para o dia 13 de março, dia do início do ano letivo e a partir daí os professores receberam o salário de janeiro. Quanto aos salários de fevereiro a instituição só aceitou pagar em 4 parcelas: 20% do salário no dia 14 de março; 25% no dia 21 de março; 25% no dia 28 de março; e 30% entre os dias 10 e 14 de abril. Assim, ainda temos mais da metade  do salário de feveriro sem receber e profunda dúvidas sobre os salários de março.
Na assembléia do dia 13 de março os professores deram um ultimato à FTC-SOMESB: Se em 30 dias, a contar desta data, todas as irregularidades trabalhistas não estivem sanadas, os professores cruzarão os braço por tempo indeterminado. O SINPRO foi autorizado a estabelecer negociaçãos com a direção da faculdade. As reuniões têm ocorrido às quartas-feiras, com poucos avanços.
Entre 2005-2006, a direção inventou uma estória de descentralização administrativa, com autonomica para Feira de Santana, mas tudo não passou das palavras, pois era uma estratégia para acalmar os ânimos paredistas dos professores. Foi uma armadilha bem montada na mais pura mentira.
Dia 17 de abril teremos portanto, uma grande assembléia con indicativo de greve, que inevitavelmente acontecerá, a menos que esta COISA CHAMADA SOMESB, resolva respeitas os professores, sanando as irregularidades trabalhistas.
Imaginem, mas mesmo nós, direção do SINPRO-BA, temos que indagar: Que forças políticas sustentam a FTC-SOMESB e suas irregularidades, para afastar as nossas instituições públicas (CEF, INSS, Justiça, e outras) do cumprimento de suas tarefas?

Já sabemos qual o final da FTC

TRT realiza novo leilão em Salvador nesta quarta


Redação CORREIO
Nesta quarta-feira (24), acontece um novo leilão do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT) em Salvador, no auditório do Fórum Juiz Antônio Carlos Araújo de Oliveira no  bairro do Comércio.
Esta edição do Projeto Leiloar conta com 290 lotes, entre cinco casas, dez apartamentos e dez caminhões, três caminhonetes, seis carros de passeio e três ônibus, um deles pertencente ao Esporte Clube Bahia e avaliado em R$ 81,5 mil (lote 95).
Existe, ainda, um lote com cadeiras escolares da FTC (lote 70), outros lotes com extintores de incêndio, móveis de escritório, computadores, notebooks, impressoras, televisões, geladeiras, dentre outros itens. O pagamento da arrematação é à vista. No caso de bem móvel, 20% é pago no ato e os 80% em 24 horas. No caso de imóvel, o pagamento imediato é de 30% e os 70% também em 24 horas. O leilão começa a partir das 8h30.

Nova reunião

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Só o MEC não vê

http://www.nucleodenoticias.com.br/2008/05/08/paralisacao-de-estudantes-e-professores-na-ftc/

Paralisação de estudantes e professores na FTC


A FTC vai longe


 

Educação

EAD/FTC: Professores paralisam por salário

Redação Consciência.Net
28 abr 2009

Faculdade da Bahia, com unidade na capital, não paga há três meses

Os professores da unidade pedagógica de Porto Alegre (rua Jerônimo Coelho, nº 277) da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC EAD), da Bahia, estão em greve desde a última sexta-feira, 17 de abril, devido ao não recebimento de salário há três meses. A paralisação, por tempo indeterminado, foi definida em assembleia realizada pelo Sinpro/RS (Sindicato do Professores do Ensino Privado). A unidade de Porto Alegre tem 165 alunos.
Leia mais.
“Nesta semana até os coordenadores de curso aderiram à paralisação e somente voltarão ao trabalho quando tiverem sua reivindicação atendida”, afirma Cecília Farias, Diretora do Sinpro/RS.

O Sinpro/RS ajuizou ação na justiça cobrando da FTC registro do contrato de trabalho dos professores e pagamento dos salários.
Mesmo com os professores em greve por tempo indeterminado, a instituição está com vestibular agendado para este domingo, 26 de abril.

DENÚNCIA – As irregularidades na EAD da FTC engrossam as denúncias, recebidas pelo Sinpro/RS, contra instituições de ensino que ofertam Educação a Distância no estado sem a infra-estrutura mínima e descumprindo a legislação trabalhista. Veja matéria do Jornal Extra Classe de dezembro de 2008: www.sinprors.org.br/extraclasse/dez08/educacao3.asp